BIBLIOTECA IJEP - PSICOLOGIA JUNGUIANA NA CONTEMPORANEIDADE: O SENHOR DO HADES E A TRAVESSIA DA METANOIA


Informações

Autor(a)

MARIA MACDOWELL


Data publicação

10/08/2024


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Hastags #astrologia# #símbolo# #complexo# #função transcendente#
Resumo

 
Este trabalho aborda o simbolismo da linguagem astrológica. Demonstra como
a leitura de um trânsito astrológico, considerando a riqueza de seu simbolismo, pode
colaborar com a função transcendente. Ressalta a importância do conhecimento da
astrologia para os estudiosos e praticantes de psicologia junguiana e apresenta
algumas definições astrológicas básicas, correlacionando-as com os fundamentos da
psicologia analítica, segundo a astróloga e psicoterapeuta junguiana, Liz Greene. Os
signos e planetas, desde os tempos mais remotos, estão conectados aos arquétipos
do inconsciente coletivo e suas expressões coletivas e individuais. Os trânsitos
astrológicos, considerando a dinâmica dos planetas, apontam tendências de
acontecimentos e indicam importantes fases de transformação da vida. Este estudo,
recorrendo às concepções de Carl Gustav Jung relativas à função transcendente e às
considerações de Liz Greene sobre os planetas e signos simbolizarem a manifestação
dos complexos em nossas vidas, mostra como a leitura do trânsito astrológico de
quadratura de Plutão pode colaborar com a função transcendente. Carl Gustav Jung
via o mapa de nascimento como um mapa simbólico que fornece informações sobre
a estrutura e teleologia dos complexos. Deste modo, através da leitura da quadratura
de Plutão, percebemos o paralelo entre a sua simbologia e o processo de Metanoia,
e como a ampliação simbólica deste trânsito promove importantes insights tanto para
o analista quanto para o analisando, colaborando com a função transcendente. Não à
toa os saberes astrológicos fascinam o homem desde a antiguidade e a astrologia
permanece ainda tão viva em nossa sociedade contemporânea. Esse conhecimento,
repleto de fantasias e mistérios, ecoa em nossas almas, convidando nossa mente
racional a mergulhar no incognoscível.